Poesias

Poesia Crônica

 

         Naquele tempo, "Olhando pro chão" como disse o poeta, soava como uma forma de dissimular e passar revoltantemente despercebido e oprimido, como a única forma de sobreviver e continuar lutando para que hoje viesse a ser outro dia. E hoje, estar "cabisbaixo" soa também como uma forma de estarmos entretidos pela indústria do entretenimento, que com seus engenhosos "smartfones", nos persuade como inocentes úteis à subserviência cultural, desprezando a "cultura" do chão que desfrutamos, bem como àqueles que o semearam. Entre estes, os cultivadores de versos, meus favoritos:

estátua de Carlos Drummond de Andrade quadro de Cecília Meireles estátua de Vinícius de Moraes estátua de Renato Russo

Disserto sobre a vida, que de certo nessa vida, só a morte.

 

Sinta-se à vontade nesta mostra de poesias e crônicas inéditas, ilustradas pela Música Popular Brasileira, algumas declamações em consternação; e uma "Word Music" em tributo a um finado amigo.

 

Com o principal objetivo de "emprestar um livro a quem gosta de ler", esse mosaico de histórias, aliado a exuberante democracia cibernética, onde o espaço redimensionado entre o físico e o virtual, entre o real e a "Matrix", permite-nos aproximar de tudo e todos.

 

Sou Marcos Villanova, um entusiasta das artes, entre elas, a poesia, como pura expressão de sentimentos, presente por essência em todas as outras formas de expressão artística. Em particular e em gêneros, na Literatura.

 

Acredito desde sempre, que sucesso e fama não são necessariamente sinônimos; e que, em se tratando de arte, tudo é de caráter subjetivo.

 

Não tenho por presunção ou covardia, a intenção de me isentar da avaliação natural e espontânea que emana ao primeiro contato com toda e qualquer obra; e sim, tentar distanciar-me da pressuposta expertise subjetiva, irrelevante e presunçosa dos críticos de ofício; totalmente desnecessária aos que vivem da própria sensibilidade. Pois entendo arte como o simples e fabuloso ato de gerar empatia. "Ou não." – como enfatizaria Caetano.

 

Com imenso respeito aos que vivem da própria ou da arte alheia, como artista ou "marchand", creio que a verdadeira arte resida nos sentidos de quem a percebe, e pertença a quem emocionar possa, com respeito é claro, aos direitos autorais de quem a concebe; e comerciais de quem a veicula.

 

A ideia para esse site surgiu despretensiosamente da curiosidade de programar em plataforma web, aliada a vontade de disponibilizar um conteúdo inédito de poesias a esmo, bucolicamente, sem a influência mercantilista de uma Editora.

 

Como apaixonado também por música, sempre me interessei em conhecer as histórias que inspiraram os autores, na criação das canções.

 

Durante a seleção das poesias que seriam publicadas, acabei selecionando aquelas cujo os motivos que as originaram, aguçaram minha memória. Então por que não contar também os motivos? Surgiram então as crônicas.

 

Assim, espero apenas proporcionar momentos agradáveis de entretenimento aos que se dispuserem a leitura dessas crônicas atuais sobre poemas outrora inéditos. E as canções vieram a reboque.

 

Para acessar as crônicas, clique em ao lado de cada poesia, no menu à esquerda, nas próximas páginas. E caso motive-se a versar sobre o tema de determinada poesia ou prosa, fique ainda mais à vontade para estreitarmos assuntos diversos e de versos:poesiacronica@poesiacronica.com.br.

 

Espero que aprecie com ou sem moderação.